Bolsa Céline Luggage e “Inspired”

Esse modelo da marca Céline não é nada novo e, com certeza, você já deve ter visto em fotos de celebridades ou algum modelo parecido em alguma loja de departamento. Comprei a minha não original, claro, pois como mera mortal não tenho como ter uma bolsa que custa mais de R$5.000 fácil e posso dizer que é o modelo mais prático de bolsa que já tive, principalmente se você precisa carregar muita coisa!

E, diga-se de passagem, nem a escolhi pelo modelo em si, mas pela praticidade e pelos tantos elogios que a vendedora da loja deu à bolsa. Ela mesma tem uma e me contou que não trocava por nada. A minha é de uma marca canadense de bolsas, sapatos e acessórios chamada Aldo e os produtos dessa loja são de uma qualidade super, super boa, mas de preço amigo e justo. Ou seja, desejo de todas.

Eu tenho que admitir que tenho o péssimo costume de carregar bastante coisa na minha bolsa, principalmente na rotina do dia a dia e o que eu mais procuro em uma bolsa é que ela caiba tudo que eu preciso que ela caiba, mas sem ficar nem um pouco “inchada”, sabe? E é por isso que esse modelo é ótimo, ele é quadradinho, bem estruturado e espaçoso. Ela é quase como “coração de mãe”, sempre cabe mais alguma coisa quando se abrem os zíperes laterais… Mas, eu que ando com muita coisa, principalmente para ir para a faculdade, nunca nem precisei abrir as laterais.



Fotos: Pinterest e Tumblr

Para quem quiser alguma bolsa que siga esse tipo de modelo sem ter que fazer um financiamento para pagar vale a pena ficar de olho em lojas de departamento e até mesmo em sites como Ebay ou Aliexpress, apesar de que não se pode esperar muito da qualidade do produto se comprado nesses dois últimos. Mesmo assim, como rata de Ebay que sou, estou tentadíssima em adquirir o tamanho nano, a pequenininha fofíssima de algumas das fotos acima!

Um beijo e um queijo,
Tainá Castro

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No detalhe SPFW, Inverno 2015: Dia 4

O último dia dessa temporada do SPFW, na minha humilde opinião, não foi lá essas coisas. Digo isso no sentido de que não houve nenhum desfile realmente empolgante e que trouxesse algo de novo e é por isso que o No detalhe desse SPFW ficará pelo quarto dia, que, pelo contrário do quinto, foi lotado de desfiles muito legais! Patrícia Viera (errei o sobrenome dela na edição da foto, ops) e Glória Coelho, em particular, se destacaram e foram meus xodós do dia.

A primeira, especialistíssima em couros, mostrou a sua coleção de uma maneira diferente, no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo: em forma de aula, explicando detalhadamente o processo de criação e produção. E, vamos combinar, não tem como ninguém ficar impressionado com todo o trabalho que a Patrícia faz com o couro em suas peças. Já Glória Coelho, trouxe para a sua coleção a ideia de construção e reconstrução das roupas e da estrutura das peças. Sempre daquele jeitinho único que só a Glória Coelho sabe fazer, claro. Incrível.

No mais, outros desfiles do dia que me deixaram muito interessada de ver foram GIG Couture, Juliana Jabour e Osklen. E, assim, termino essa série No detalhe da temporada de Inverno 2015 do SPFW! Espero que tenham gostado, mas, claro, vamos às imagens do dia ;)


Fotos: FFW

Um beijo e um queijo,
Tainá Castro

No detalhe SPFW, Inverno 2015: Dia 3

Ainda não superei por completo o terceiro dia do SPFW, já aviso. Os desfiles da Lilly Sarti e o feminino de Alexandre Herchcovitch foram os meus xodós da quarta-feira, definitivamente! A coleção da Lilly Sarti, com inspiração nas décadas de 1960 e 1970, me deixou no chão o desfile inteiro… Principalmente, com esses casacos com linhas horizontais (o que é o casaco vermelho com o vestido azul, minha gente??), os vestidos com cortes em A, os pontos de luz brincando com as cores, tudo! Já o Alexandre trouxe para essa temporada um desfile inspirado em jardins e jardinagem. Vale ressaltar o quão maravilhosas ficaram essas aplicações de flores nas peças, até nos sapatos.

Além dos meus xodós do dia, também gostei bastante da ideia da produção por trás do desfile do Ronaldo Fraga e como isso foi traduzido para a passarela, que foi uma crítica às “cidades sonâmbulas”, nas palavras do estilista. Ou seja, uma crítica ao concreto das metrópoles e às cidades que nunca dormem. Mas, enfim, chega de papo, vamos às fotos!


Fotos: FFW

Um beijo e um queijo,
Tainá Castro